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ESTILO CLÁSSICO
A XVS 950 Midnight Star é uma legítima custom, com um apelo esporte. Ela tem rodas de liga leve aro 18" na dianteira e 16" na traseira,plataformas avançadas e escapamento longo, com saída única do lado direito.
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MUITO MAIS TORQUE
Motor de dois cilindros em V com injeção eletrônica e refrigerado a ar, 7,84 kgf.m de torque, muito mais força garantindo uma pilotagem confortável e segura.
*
EXCELENTE DIRIGIBILIDADE
A transmissão final é feita por correia dentada. O que significa mais conforto, silencio e baixa manutenção. Seu quadro tipo berço duplo em aço, longo e baixo oferece uma posição relaxada e uma ótima dirigibilidade.
MOTOS
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Chega as concessionárias a T115 Crypton 2010
A valente CUB é oferecida como opção de entrada na linha de motocicletas da Yamaha
A Yamaha T115 Crypton comercializada a partir deste mês nas 545 Concessionárias Autorizadas em todo o País, chega ao mercado com uma nova modalidade de plano do Consórcio Yamaha Motor onde o consorciado tem direito a 100% do crédito na retirada do modelo, mas paga 75% da parcela até a contemplação.
Com o lançamento da T115 Crypton, a CUB – sigla que significa Category Upper Basic, ou categoria básica superior, passa a ser oferecida como produto de entrada da Yamaha, no segmento.
O motor um monocilíndrico, quatro tempos com cilindro e pistão em alumínio, desenvolve potência máxima de 8,2 cv a 7.500 rpm e 0,88 kgf.m de torque a 5.500 rpm. O câmbio semi-automático tem quatro marchas com alavanca acionada pelo pé esquerdo.
Muitas são as inovações da nova Yamaha Crypton, a começar pelo novo quadro tubular de aço de alta tensão tipo underbone, pelos conjuntos óticos dianteiro e traseiro, novo mostrador do velocímetro de acionamento mecânico no painel de instrumentos e novos e freios e suspensões.
A Yamaha Crypton tem roda traseira e dianteira de 17 polegadas de diâmetro, um porta-objetos de 4,0 litros de capacidade embaixo do banco, suspensão dianteira telescópica Kayaba com barras de 26 mm de diâmetro e 100 mm de curso, enquanto na traseira leva dois amortecedores de 80 mm de curso e braço oscilante.
Há uma versão com partida a pedal e freio dianteiro a tambor de 110 mm de diâmetro (K) e uma variante com partida elétrica e pedal, e freio dianteiro a disco de 220 mm (ED), em ambas o traseiro tem tambor de 130 mm.
No painel de instrumentos fica o velocímetro, o marcador analógico de nível de combustível de alta precisão - indica reserva com 645 ml de combustível no tanque, que tem capacidade para 4,2 litros, e as luzes espias, entre elas a “Top”, que mostra engrenamento da quarta e última marcha. Os comandos elétricos dos punhos do guidão também são novos, com mais ergonomia e facilidade de utilização.
Entre as principais características da Yamaha Crypton estão a facilidade de pilotagem e a praticidade para o uso diário, o preço acessível, tanto de aquisição como de manutenção e a economia de combustível.
O modelo registra índices de emissões bastantes abaixo dos valores máximos determinados pelo Promot 3 – fase três do programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares, graças a tecnologias como catalisador, Sistema de Indução de Ar e o próprio desenvolvimento desse novo propulsor.
A T115 Crypton está à venda na Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha nas cores vermelha, preta e prata. Os produtos Yamaha tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.
Maiores informações na Concessionária Yamaha mais próxima, ou por meio do SAC do Consórcio Yamaha Motor 2431-6000.
Principais características Yamaha T115 Crypton
- Acessibilidade (entrada ao mundo das duas rodas)
- Qualidade e Confiabilidade Yamaha
- Design, beleza e acabamento exclusivos.
- Pilotagem Simples - estável, segura e confortável.
- Facilidade de manutenção.
- Baixo consumo de combustível.
- Motor quatro tempos de 115cc, 1 cilindro, duas válvulas, OHC
- Potência: 8,2 cv a 7.500 rpm
- Torque: 0,88 Kgf.m a 5500 rpm
- Câmbio semi automático de 4 velocidades
- Versões K (freios a tambor e partida a pedal) e ED (Freio a disco de 220mm e Partida Elétrica e a pedal)
- Freio traseiro a tambor de 130 mm
- Porta objetos sob o banco (4 litros)
- Painel completo com:
- marcador de combustível,
- velocímetro,
- hodômetro e
- luzes espia incluindo indicador de ponto morto, pisca, indicador de 4ª marcha e luz de anomalia no circuito elétrico do motor.
- Comandos Completos no punho
- Rodas de 17 polegadas
- Assento Confortável e Macio para as vias brasileiras
- Cavalete Central
- Componentes posicionados para fácil manutenção da motocicleta
- Sistema de indução de ar
- Suspensão dianteira Kayaba com curso de 100 mm
A Yamaha T115 Crypton comercializada a partir deste mês nas 545 Concessionárias Autorizadas em todo o País, chega ao mercado com uma nova modalidade de plano do Consórcio Yamaha Motor onde o consorciado tem direito a 100% do crédito na retirada do modelo, mas paga 75% da parcela até a contemplação.
Com o lançamento da T115 Crypton, a CUB – sigla que significa Category Upper Basic, ou categoria básica superior, passa a ser oferecida como produto de entrada da Yamaha, no segmento.
O motor um monocilíndrico, quatro tempos com cilindro e pistão em alumínio, desenvolve potência máxima de 8,2 cv a 7.500 rpm e 0,88 kgf.m de torque a 5.500 rpm. O câmbio semi-automático tem quatro marchas com alavanca acionada pelo pé esquerdo.
Muitas são as inovações da nova Yamaha Crypton, a começar pelo novo quadro tubular de aço de alta tensão tipo underbone, pelos conjuntos óticos dianteiro e traseiro, novo mostrador do velocímetro de acionamento mecânico no painel de instrumentos e novos e freios e suspensões.
A Yamaha Crypton tem roda traseira e dianteira de 17 polegadas de diâmetro, um porta-objetos de 4,0 litros de capacidade embaixo do banco, suspensão dianteira telescópica Kayaba com barras de 26 mm de diâmetro e 100 mm de curso, enquanto na traseira leva dois amortecedores de 80 mm de curso e braço oscilante.
Há uma versão com partida a pedal e freio dianteiro a tambor de 110 mm de diâmetro (K) e uma variante com partida elétrica e pedal, e freio dianteiro a disco de 220 mm (ED), em ambas o traseiro tem tambor de 130 mm.
No painel de instrumentos fica o velocímetro, o marcador analógico de nível de combustível de alta precisão - indica reserva com 645 ml de combustível no tanque, que tem capacidade para 4,2 litros, e as luzes espias, entre elas a “Top”, que mostra engrenamento da quarta e última marcha. Os comandos elétricos dos punhos do guidão também são novos, com mais ergonomia e facilidade de utilização.
Entre as principais características da Yamaha Crypton estão a facilidade de pilotagem e a praticidade para o uso diário, o preço acessível, tanto de aquisição como de manutenção e a economia de combustível.
O modelo registra índices de emissões bastantes abaixo dos valores máximos determinados pelo Promot 3 – fase três do programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares, graças a tecnologias como catalisador, Sistema de Indução de Ar e o próprio desenvolvimento desse novo propulsor.
A T115 Crypton está à venda na Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha nas cores vermelha, preta e prata. Os produtos Yamaha tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.
Maiores informações na Concessionária Yamaha mais próxima, ou por meio do SAC do Consórcio Yamaha Motor 2431-6000.
Principais características Yamaha T115 Crypton
- Acessibilidade (entrada ao mundo das duas rodas)
- Qualidade e Confiabilidade Yamaha
- Design, beleza e acabamento exclusivos.
- Pilotagem Simples - estável, segura e confortável.
- Facilidade de manutenção.
- Baixo consumo de combustível.
- Motor quatro tempos de 115cc, 1 cilindro, duas válvulas, OHC
- Potência: 8,2 cv a 7.500 rpm
- Torque: 0,88 Kgf.m a 5500 rpm
- Câmbio semi automático de 4 velocidades
- Versões K (freios a tambor e partida a pedal) e ED (Freio a disco de 220mm e Partida Elétrica e a pedal)
- Freio traseiro a tambor de 130 mm
- Porta objetos sob o banco (4 litros)
- Painel completo com:
- marcador de combustível,
- velocímetro,
- hodômetro e
- luzes espia incluindo indicador de ponto morto, pisca, indicador de 4ª marcha e luz de anomalia no circuito elétrico do motor.
- Comandos Completos no punho
- Rodas de 17 polegadas
- Assento Confortável e Macio para as vias brasileiras
- Cavalete Central
- Componentes posicionados para fácil manutenção da motocicleta
- Sistema de indução de ar
- Suspensão dianteira Kayaba com curso de 100 mm
Yamaha YZF-R1 2010
superesportiva YZF-R1, icone em motocicleta superesportiva, chega em sua versão 2010 a rede de concessionarios autorizados
Se não fosse pelos faróis, retrovisores e outros equipamentos exigidos por lei para que o modelo 2010 da consagrada Yamaha YZF-R1 possa rodar nas ruas, poderia facilmente ser confundida com a Yamaha YZR-M1 pilotada por Valentino Rossi na MotoGP.
Pode parecer que você já leu essa história antes, mas realmente essa nova R1 traz para as ruas inovações e tecnologias antes vistos somente em motos de corrida. Nova dos "pés a cabeça", a nova R1 traz um motor ainda mais potente com diversas inovações mecânicas, três mapas eletrônicos de desempenho, embreagem deslizante e um novo quadro de alumínio.
Mas sem dúvida a grande novidade da R1 2010 é o propulsor de quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida que manteve a mesma capacidade cúbica do anterior: 998 cc. Mas as semelhanças com o motor que equipa sua antecessora param por aí. Tudo - do virabrequim ao cabeçote - é novo.
Aliás, o virabrequim do tipo "crossplane", como os utilizados nos motores V8, é a grande novidade desta R1. Originário do motor da YZR M1 de Rossi, nesse tipo de virabrequim cada biela está posicionada a 90°. Dessa forma, o intervalo de ignição não sequencial (270°-180°-90°-180°) proporciona um torque ainda mais linear e controlável. Um sentimento único nunca antes experimentado pelos motociclistas. Esse virabrequim crossplane e cada cilindro "explodindo" individualmente são novidades mecânicas inéditas em motos de rua. Com essa tecnologia o torque inercial do motor que compõe o torque máximo da moto é minimizado. Isso faz com que o torque transferido à roda traseira tenha uma relação muito próxima de 1:1 com o torque proveniente da câmara de combustão, controlado pela mão do piloto no acelerador. Isso significa uma entrega de torque mais linear. Proporcionando um controle mais preciso da aceleração.
O torque da nova R1 está ligeiramente superior, porém mais constante: agora são 11,8 kgf.m a 10.000 rpm, contra os 11,5 kgf.m do modelo anterior - isso sem a indução direta de ar que atua em altas velocidades. A potência também aumentou timidamente sem a indução de ar. Subiu dos 180 cv anteriores para 182 cv a 12.500 rpm.
Outras novidades do modelo 2010 são a adoção de uma embreagem deslizante, bastante útil nas reduções bruscas de marcha antes de contornar curvas, e três mapas de ignição do motor. Utilizado pela primeira vez em uma moto de série da Yamaha, o sistema de escolha de mapeamento do motor, chamado de D-mode Map da Yamaha, oferece três diferentes modos: standard para diversos tipos de pilotagem; modo A para respostas mais esportivas; e o modo B para respostas mais "gentis" do acelerador.
Claro que as qualidades do modelo anterior, tais como acelerador eletrônico e dutos de admissão variáveis, também equipam a YZF-R1 2010. Tudo controlado por um moderno módulo eletrônico.
Mas as alterações não ficaram apenas no motor. O quadro Deltabox em alumínio também é totalmente diferente do anterior. Além de apresentar um equilíbrio ainda melhor entre rigidez e flexibilidade, ficou mais compacto. Centralizando as massas e reduzindo o centro de gravidade de toda a motocicleta.
Suspensões, freios, um pneu traseiro com nova medida 190/55-17 e o até então inédito amortecedor de direção eletrônico foram projetados para melhorar ainda mais essa superesportiva de 1.000cc.
Quanto ao design, a Yamaha não houveram mudanças radicais, mas estas são facilmente perceptíveis. A carenagem frontal está mais "pontuda" e com dois canhões de luz. Na traseira, os escapamentos ganharam formas triangulares e a lanterna de LED também tem novo desenho. Além de ela parecer mais compacta.
As mudanças no chassi e no motor são as mais significativas nos últimos 11 anos de história da motocicleta - a Yamaha YZF-R1 foi lançada em 1998. Já a venda na Rede de Concessionárias Autorizadas da Marca, unicamente na cor preta – seguro e frete não inclusos.
Fotos em alta resolução podem ser baixadas em:
http://www.yamaha-motor.com.br/web/site/mostraImagem.aspx?produto=yzf_r1&ano=2010
SAC 2431-6500
Se não fosse pelos faróis, retrovisores e outros equipamentos exigidos por lei para que o modelo 2010 da consagrada Yamaha YZF-R1 possa rodar nas ruas, poderia facilmente ser confundida com a Yamaha YZR-M1 pilotada por Valentino Rossi na MotoGP.
Pode parecer que você já leu essa história antes, mas realmente essa nova R1 traz para as ruas inovações e tecnologias antes vistos somente em motos de corrida. Nova dos "pés a cabeça", a nova R1 traz um motor ainda mais potente com diversas inovações mecânicas, três mapas eletrônicos de desempenho, embreagem deslizante e um novo quadro de alumínio.
Mas sem dúvida a grande novidade da R1 2010 é o propulsor de quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida que manteve a mesma capacidade cúbica do anterior: 998 cc. Mas as semelhanças com o motor que equipa sua antecessora param por aí. Tudo - do virabrequim ao cabeçote - é novo.
Aliás, o virabrequim do tipo "crossplane", como os utilizados nos motores V8, é a grande novidade desta R1. Originário do motor da YZR M1 de Rossi, nesse tipo de virabrequim cada biela está posicionada a 90°. Dessa forma, o intervalo de ignição não sequencial (270°-180°-90°-180°) proporciona um torque ainda mais linear e controlável. Um sentimento único nunca antes experimentado pelos motociclistas. Esse virabrequim crossplane e cada cilindro "explodindo" individualmente são novidades mecânicas inéditas em motos de rua. Com essa tecnologia o torque inercial do motor que compõe o torque máximo da moto é minimizado. Isso faz com que o torque transferido à roda traseira tenha uma relação muito próxima de 1:1 com o torque proveniente da câmara de combustão, controlado pela mão do piloto no acelerador. Isso significa uma entrega de torque mais linear. Proporcionando um controle mais preciso da aceleração.
O torque da nova R1 está ligeiramente superior, porém mais constante: agora são 11,8 kgf.m a 10.000 rpm, contra os 11,5 kgf.m do modelo anterior - isso sem a indução direta de ar que atua em altas velocidades. A potência também aumentou timidamente sem a indução de ar. Subiu dos 180 cv anteriores para 182 cv a 12.500 rpm.
Outras novidades do modelo 2010 são a adoção de uma embreagem deslizante, bastante útil nas reduções bruscas de marcha antes de contornar curvas, e três mapas de ignição do motor. Utilizado pela primeira vez em uma moto de série da Yamaha, o sistema de escolha de mapeamento do motor, chamado de D-mode Map da Yamaha, oferece três diferentes modos: standard para diversos tipos de pilotagem; modo A para respostas mais esportivas; e o modo B para respostas mais "gentis" do acelerador.
Claro que as qualidades do modelo anterior, tais como acelerador eletrônico e dutos de admissão variáveis, também equipam a YZF-R1 2010. Tudo controlado por um moderno módulo eletrônico.
Mas as alterações não ficaram apenas no motor. O quadro Deltabox em alumínio também é totalmente diferente do anterior. Além de apresentar um equilíbrio ainda melhor entre rigidez e flexibilidade, ficou mais compacto. Centralizando as massas e reduzindo o centro de gravidade de toda a motocicleta.
Suspensões, freios, um pneu traseiro com nova medida 190/55-17 e o até então inédito amortecedor de direção eletrônico foram projetados para melhorar ainda mais essa superesportiva de 1.000cc.
Quanto ao design, a Yamaha não houveram mudanças radicais, mas estas são facilmente perceptíveis. A carenagem frontal está mais "pontuda" e com dois canhões de luz. Na traseira, os escapamentos ganharam formas triangulares e a lanterna de LED também tem novo desenho. Além de ela parecer mais compacta.
As mudanças no chassi e no motor são as mais significativas nos últimos 11 anos de história da motocicleta - a Yamaha YZF-R1 foi lançada em 1998. Já a venda na Rede de Concessionárias Autorizadas da Marca, unicamente na cor preta – seguro e frete não inclusos.
Fotos em alta resolução podem ser baixadas em:
http://www.yamaha-motor.com.br/web/site/mostraImagem.aspx?produto=yzf_r1&ano=2010
SAC 2431-6500
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Atuação No Brasil
Moto Honda da Amazônia
Inaugurada em 1976, a fábrica de motocicletas tornou-se o maior empreendimento do Polo Industrial de Manaus. Em sua planta, que ocupa uma área construída de 193 mil m², em um terreno de 661 mil m², produz também quadriciclos e motores estacionários.
A Moto Honda da Amazônia é mais do que uma montadora. Nela, acontece um complexo processo produtivo, por meio do qual são desenvolvidos ferramentas e dispositivos necessários para a fabricação de motocicletas. Para tanto, a Honda conta com mais duas unidades, localizadas na mesma planta: a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio, responsável pela fabricação e pela manutenção de moldes e ferramentas de produção, e a Honda Componentes da Amazônia, que responde pela fabricação de componentes e subconjuntos (escapamento, rodas, guidões e peças para chassis, entre outros).
Principais processos produtivos
Estamparia
Na estamparia são feitas peças de aço. As que envolvem maior precisão, como os chassis e os tanques de combustível das motocicletas, são estampadas em prensas de grande capacidade e soldadas por robôs. Os conjuntos seguem para a pintura e recebem acabamento antes de ir para a linha de montagem.
Sinterização
Há componentes – como é o caso da engrenagem que faz parte do conjunto de embreagem do motor – fabricados com aço em pó, que é compactado e tratado no processo de sinterização. Esse setor foi implantado apenas no Brasil, Indonésia e Índia.
Usinagem
Setor responsável pela fabricação de componentes em alumínio, como o cabeçote. O processo exige precisão para, em conjunto com outros itens, dar o acabamento final, fundamental para garantir a durabilidade dos motores.
Injeção de plásticos
O setor de injeção de plásticos produz partes da motocicleta, como para-lamas, por exemplo. Algumas peças já saem das máquinas para a linha de montagem, enquanto outras seguem para processos adicionais, como, por exemplo, o de pintura.
Solda
Diversos componentes são soldados nessa área. O trabalho é feito tanto manualmente como por robôs. São diversas linhas de soldagem de chassi e de tanque de combustível das motocicletas.
Fabricação de assentos
O assento da motocicleta é produzido desde o preenchimento da matéria-prima no molde para fabricar a espuma até a costura, montagem da capa e acabamento final.
Fabricação da roda
O aço passa por processos de conformação e de cromação, para ser transformado no aro das rodas raiadas. Por sua vez, as rodas de alumínio são fundidas, usinadas e pintadas. Nos dois casos, seguem, depois, para uma linha de montagem, onde recebem componentes como cubo de roda, freio e pneus, entre outros.
Fabricação do escapamento
As linhas completas para fabricação do escapamento contam com prensas, máquinas de solda, polimento, galvanoplastia e pintura, que, além de conferirem o acabamento visual, protegem contra desgastes e oxidação.
Pintura
O processo de pintura acontece paralelamente, em diversos setores. Há a pintura interna do escapamento, do chassi e das partes plásticas. O tanque, por exemplo, passa pela estufa de secagem, depois da pintura, e segue para a aplicação de adesivos e faixas.
Montagem de motores
Equipamentos automatizados, de alta tecnologia, fundem e injetam componentes como o bloco do cilindro e o cabeçote em alumínio. Na linha de montagem, técnicos especializados garantem o perfeito ajuste entre as partes provenientes dos setores de estamparia e usinagem e de fornecedores.
Linha de montagem
É na linha de montagem que as motocicletas tomam sua forma final. Os chassis recebem peças e componentes, como motor e transmissão, suspensão,
rodas e pneus, guidão, painel, tanque e assentos, entre outros.
Inspeção final
Depois de montadas, todas as motos produzidas passam por uma inspeção, incluindo análise visual e teste funcional. O objetivo é assegurar desempenho,
qualidade e segurança ao motociclista.
Laboratório de Análise e Medição de Gases
No laboratório, por amostragem, as motocicletas são submetidas a testes para verificar se a emissão de gases está em conformidade com os padrões estabelecidos pela Honda, que são mais rigorosos do que as normas vigentes, e se estão dentro das metas de preservação ambiental.
Tratamento de efluentes
Na estação de tratamento de efluentes, os resíduos industriais, como a água usada no processo produtivo, bem como os resíduos biológicos, passam por diferentes etapas de tratamento, esterilização e filtragem. Após esse processo, parte da água reciclada retorna à natureza, e outra parte é transferida a um lago artificial para ser utilizada na irrigação de áreas verdes da fábrica e para uso da brigada anti-incêndio.
Campo de testes
Nesse local, são simuladas situações reais de uso em pisos de asfalto, areia, pedra e terra para aperfeiçoar o desempenho e a durabilidade das motocicletas. Os testes são feitos em uma área de mil hectares, localizada no município de Rio Preto da Eva (AM). Mais da metade do terreno (58%) é formada por mata virgem e de preservação, onde a Honda desenvolve um projeto agrícola com árvores frutíferas e espécies ameaçadas de extinção.
O caminho até os clientes
Das linhas de produção, as motocicletas partem em balsas, no trajeto fluvial Manaus-Belém, de onde, em caminhões, são enviadas a 19 Centros de Distribuição no país e, dali, partem para as mais de 800 concessionárias.
A busca por soluções inovadoras para evitar a geração de resíduos está presente também nas embalagens e na logística. Desde 2003, a Moto Honda utiliza o No Packing Delivery (NPD) - sistema vai-e-vem de expedição em racks, aliado ao uso de caixas plásticas retornáveis, para embalar peças e componentes . Quando chega ao seu destino, a motocicleta é retirada do rack, que é dobrado e devolvido à Moto Honda por meio dos caminhões e das balsas. Em seu caminho de volta, os caminhões transportam componentes para a produção de novas motocicletas.
Inaugurada em 1976, a fábrica de motocicletas tornou-se o maior empreendimento do Polo Industrial de Manaus. Em sua planta, que ocupa uma área construída de 193 mil m², em um terreno de 661 mil m², produz também quadriciclos e motores estacionários.
A Moto Honda da Amazônia é mais do que uma montadora. Nela, acontece um complexo processo produtivo, por meio do qual são desenvolvidos ferramentas e dispositivos necessários para a fabricação de motocicletas. Para tanto, a Honda conta com mais duas unidades, localizadas na mesma planta: a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio, responsável pela fabricação e pela manutenção de moldes e ferramentas de produção, e a Honda Componentes da Amazônia, que responde pela fabricação de componentes e subconjuntos (escapamento, rodas, guidões e peças para chassis, entre outros).
Principais processos produtivos
Estamparia
Na estamparia são feitas peças de aço. As que envolvem maior precisão, como os chassis e os tanques de combustível das motocicletas, são estampadas em prensas de grande capacidade e soldadas por robôs. Os conjuntos seguem para a pintura e recebem acabamento antes de ir para a linha de montagem.
Sinterização
Há componentes – como é o caso da engrenagem que faz parte do conjunto de embreagem do motor – fabricados com aço em pó, que é compactado e tratado no processo de sinterização. Esse setor foi implantado apenas no Brasil, Indonésia e Índia.
Usinagem
Setor responsável pela fabricação de componentes em alumínio, como o cabeçote. O processo exige precisão para, em conjunto com outros itens, dar o acabamento final, fundamental para garantir a durabilidade dos motores.
Injeção de plásticos
O setor de injeção de plásticos produz partes da motocicleta, como para-lamas, por exemplo. Algumas peças já saem das máquinas para a linha de montagem, enquanto outras seguem para processos adicionais, como, por exemplo, o de pintura.
Solda
Diversos componentes são soldados nessa área. O trabalho é feito tanto manualmente como por robôs. São diversas linhas de soldagem de chassi e de tanque de combustível das motocicletas.
Fabricação de assentos
O assento da motocicleta é produzido desde o preenchimento da matéria-prima no molde para fabricar a espuma até a costura, montagem da capa e acabamento final.
Fabricação da roda
O aço passa por processos de conformação e de cromação, para ser transformado no aro das rodas raiadas. Por sua vez, as rodas de alumínio são fundidas, usinadas e pintadas. Nos dois casos, seguem, depois, para uma linha de montagem, onde recebem componentes como cubo de roda, freio e pneus, entre outros.
Fabricação do escapamento
As linhas completas para fabricação do escapamento contam com prensas, máquinas de solda, polimento, galvanoplastia e pintura, que, além de conferirem o acabamento visual, protegem contra desgastes e oxidação.
Pintura
O processo de pintura acontece paralelamente, em diversos setores. Há a pintura interna do escapamento, do chassi e das partes plásticas. O tanque, por exemplo, passa pela estufa de secagem, depois da pintura, e segue para a aplicação de adesivos e faixas.
Montagem de motores
Equipamentos automatizados, de alta tecnologia, fundem e injetam componentes como o bloco do cilindro e o cabeçote em alumínio. Na linha de montagem, técnicos especializados garantem o perfeito ajuste entre as partes provenientes dos setores de estamparia e usinagem e de fornecedores.
Linha de montagem
É na linha de montagem que as motocicletas tomam sua forma final. Os chassis recebem peças e componentes, como motor e transmissão, suspensão,
rodas e pneus, guidão, painel, tanque e assentos, entre outros.
Inspeção final
Depois de montadas, todas as motos produzidas passam por uma inspeção, incluindo análise visual e teste funcional. O objetivo é assegurar desempenho,
qualidade e segurança ao motociclista.
Laboratório de Análise e Medição de Gases
No laboratório, por amostragem, as motocicletas são submetidas a testes para verificar se a emissão de gases está em conformidade com os padrões estabelecidos pela Honda, que são mais rigorosos do que as normas vigentes, e se estão dentro das metas de preservação ambiental.
Tratamento de efluentes
Na estação de tratamento de efluentes, os resíduos industriais, como a água usada no processo produtivo, bem como os resíduos biológicos, passam por diferentes etapas de tratamento, esterilização e filtragem. Após esse processo, parte da água reciclada retorna à natureza, e outra parte é transferida a um lago artificial para ser utilizada na irrigação de áreas verdes da fábrica e para uso da brigada anti-incêndio.
Campo de testes
Nesse local, são simuladas situações reais de uso em pisos de asfalto, areia, pedra e terra para aperfeiçoar o desempenho e a durabilidade das motocicletas. Os testes são feitos em uma área de mil hectares, localizada no município de Rio Preto da Eva (AM). Mais da metade do terreno (58%) é formada por mata virgem e de preservação, onde a Honda desenvolve um projeto agrícola com árvores frutíferas e espécies ameaçadas de extinção.
O caminho até os clientes
Das linhas de produção, as motocicletas partem em balsas, no trajeto fluvial Manaus-Belém, de onde, em caminhões, são enviadas a 19 Centros de Distribuição no país e, dali, partem para as mais de 800 concessionárias.
A busca por soluções inovadoras para evitar a geração de resíduos está presente também nas embalagens e na logística. Desde 2003, a Moto Honda utiliza o No Packing Delivery (NPD) - sistema vai-e-vem de expedição em racks, aliado ao uso de caixas plásticas retornáveis, para embalar peças e componentes . Quando chega ao seu destino, a motocicleta é retirada do rack, que é dobrado e devolvido à Moto Honda por meio dos caminhões e das balsas. Em seu caminho de volta, os caminhões transportam componentes para a produção de novas motocicletas.
historia da honda no brasil
Inspirada na singularidade da cultura Honda, mundialmente praticada, a Honda brasileira busca ampliar ainda mais os aficionados por seus produtos e contribuir para o desenvolvimento do País.
A história da empresa no Brasil teve início na década de 70, quando não existia praticamente mercado para motocicletas no País. Com a fundação da Honda Motor do Brasil, em 1971, cresceram a importação de motocicletas e, dois anos depois, a de produtos de força.
O grande passo ocorreu em 1976, com o início da produção nacional. Hoje, na Moto Honda da Amazônia LTDA. (HDA), em Manaus (AM), são produzidos motocicletas, quadriciclos (All Terrain Vehicle ― ATV) e motores estacionários. A Honda é líder nacional no setor de motocicletas e, em 2009, ultrapassou a marca de 13 milhões de unidades produzidas.
Sob o controle da Moto Honda da Amazônia estão outras duas empresas, localizadas na mesma área: a Honda Componentes da Amazônia LTDA. (HCA) e a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio LTDA. (HTA).
Em 1992, houve mais um avanço, com o início das importações de automóveis para o Brasil. A boa aceitação dos produtos resultou na inauguração, em 1997, da fábrica da Honda Automóveis do Brasil (HAB), na cidade de Sumaré (SP), que, em 2009, superou o volume de 700 mil unidades produzidas.
O acesso aos produtos da marca é facilitado pela Honda Serviços Financeiros (HSF), que abrange o Consórcio Nacional Honda, o Banco Honda e a Corretora de Seguros Honda LTDA. Com planos especiais para toda a linha de motocicletas e automóveis nacionais da empresa, a Divisão Financeira concretiza há 29 anos o sonho do veículo próprio a um número cada vez maior de pessoas.
A história da empresa no Brasil teve início na década de 70, quando não existia praticamente mercado para motocicletas no País. Com a fundação da Honda Motor do Brasil, em 1971, cresceram a importação de motocicletas e, dois anos depois, a de produtos de força.
O grande passo ocorreu em 1976, com o início da produção nacional. Hoje, na Moto Honda da Amazônia LTDA. (HDA), em Manaus (AM), são produzidos motocicletas, quadriciclos (All Terrain Vehicle ― ATV) e motores estacionários. A Honda é líder nacional no setor de motocicletas e, em 2009, ultrapassou a marca de 13 milhões de unidades produzidas.
Sob o controle da Moto Honda da Amazônia estão outras duas empresas, localizadas na mesma área: a Honda Componentes da Amazônia LTDA. (HCA) e a Honda Tecnologia da Amazônia Indústria e Comércio LTDA. (HTA).
Em 1992, houve mais um avanço, com o início das importações de automóveis para o Brasil. A boa aceitação dos produtos resultou na inauguração, em 1997, da fábrica da Honda Automóveis do Brasil (HAB), na cidade de Sumaré (SP), que, em 2009, superou o volume de 700 mil unidades produzidas.
O acesso aos produtos da marca é facilitado pela Honda Serviços Financeiros (HSF), que abrange o Consórcio Nacional Honda, o Banco Honda e a Corretora de Seguros Honda LTDA. Com planos especiais para toda a linha de motocicletas e automóveis nacionais da empresa, a Divisão Financeira concretiza há 29 anos o sonho do veículo próprio a um número cada vez maior de pessoas.
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